A Palanca Negra Gigante faz parte do imaginário colectivo de todos os angolanos. A selecção nacional de futebol intitula-se “Palancas Negras” e o animal foi usado como inspiração para o logotipo do CAN 2010 e da companhia de aviação TAAG. Foi desenhado um selo de correio, da autoria de Horácio da Mesquita, em sua homenagem. No final dos anos 80, os cientistas estavam muito preocupados com a palanca negra gigante, uma espécie protegida desde 1933 e um dos antílopes mais belos do mundo, cujos últimos exemplares viviam na província de Malanje. “Temia-se que a espécie tivesse desaparecido”, recorda Pedro Vaz Pinto, o biólogo angolano que fez do salvamento deste animal a sua missão de vida. Recorde-se que há duas grandes espécies de palancas. A “vermelha” (roan, em inglês). E a “preta” (sable) que tem quatro subespécies. A mais vulgar é a palanca “comum”, que pode ser avistada na África do Sul e Moçambique. Existe também as espécies “kirk” (Zâmbia), a “shimba” (Quénia) e a “gigante” (Angola). Esta última só pode ser vista em dois locais — o Parque de Cangandala e a Reserva Natural do Luando — ambos na província de Malanje. “A designação em português não é muito feliz. Embora o macho da palanca negra gigante tenha cor preta, a fêmea possui um tom castanho avermelhado”, diz Pedro Vaz Pinto. A palanca negra gigante é, sobretudo, reconhecida pelo tamanho dos seus chifres.

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